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Aquisição de Empresas: Guia Completo e Atualizado para Comprar um Negócio no Brasil em 2026

Atualizado em 28/12/2025
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Aquisição de Empresas: Guia Completo e Atualizado para Comprar um Negócio no Brasil em 2026

Índice

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  • 🔎 O que é aquisição de empresas?
  • 🧭 Aquisição é comum só entre grandes empresas?
  • 🚀 Por que empresas fazem aquisições?
  • ⚠️ Principais riscos ao comprar uma empresa
  • ⚡ Antes de aceitar o preço, faça estes 3 testes rápidos
  • 📊 Aquisição, Incorporação e Fusão: Entenda a Diferença
  • 🛠 Etapas para uma Aquisição Segura no Brasil
  • 💰 Como Saber se o Preço Pedido Faz Sentido?
  • 📈 Panorama de Fusões e Aquisições no Brasil (2025–2026)
  • 🧠 Principais Erros de Quem Compra Empresas
  • 🧾 Checklist de Compra Segura de Empresa
  • 🎯 Conclusão

Comprar uma empresa é uma das estratégias mais eficientes para acelerar o crescimento, mas exige planejamento rigoroso para mitigar riscos.

Este guia abrangente, baseado em dados recentes de mercado e práticas consolidadas, explora o processo de aquisição no Brasil, com foco em pequenas e médias empresas (PMEs).

Utilizamos fontes como relatórios da PwC, KPMG e análises setoriais para embasar as informações, considerando o crescimento de 13% no volume de fusões e aquisições (M&A) em 2025, conforme dados da PwC, e projeções para 2026 influenciadas por juros e consolidação setorial.


🔎 O que é aquisição de empresas?

Aquisição ocorre quando uma empresa adquire parte ou a totalidade de outra, assumindo controle operacional, financeiro e estratégico.

No Brasil, é considerada aquisição a compra de 50% ou mais das quotas ou ações, conforme definido pela Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/1976). Isso difere de investimentos minoritários, que não conferem controle decisório.

Exemplo prático: Uma startup de tecnologia compra 60% de uma concorrente para integrar sua plataforma, ganhando acesso imediato a clientes e IP.


🧭 Aquisição é comum só entre grandes empresas?

Aquisição de empresas

Não. No Brasil, cerca de 70% das transações de M&A envolvem PMEs, como clínicas médicas, indústrias regionais, e-commerces, escritórios contábeis, academias e negócios familiares, segundo relatórios da KPMG (2025).

O mercado de PMEs é menos profissionalizado, o que pode gerar oportunidades de compra a preços atrativos, mas também aumenta riscos de passivos ocultos.

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Antes de pensar em preço, responda estas três perguntas:

  • O negócio funciona sem o dono por pelo menos 30 dias?
  • O faturamento depende de poucos clientes ou contratos?
  • Existe pelo menos 1 gestor operacional além do fundador?

📌 Se a resposta for não em mais de uma pergunta, você não está comprando uma empresa — está comprando um emprego caro.


🚀 Por que empresas fazem aquisições?

As motivações vão além do crescimento rápido. Aqui vão as principais, com exemplos baseados em tendências recentes:

  1. Redução de barreiras de entrada: Comprar uma empresa estabelecida evita custos de setup. Ex: Uma rede de varejo adquire uma distribuidora local para entrar em novos estados sem construir infraestrutura do zero.
  2. Aumento imediato de faturamento: Herda-se carteira de clientes, contratos e fluxo de caixa. Em 2025, transações em fintechs geraram boosts médios de 25% em receita, per PwC.
  3. Aquisição de tecnologia e know-how: Mais econômico que desenvolver internamente. Setores como healthtechs e energia renovável lideraram M&A em 2025 por esse motivo, atraíndo investimentos estrangeiros (KPMG).
  4. Diversificação e mitigação de riscos: Expansão para novos mercados ou produtos, como visto em fusões no setor imobiliário (33 transações em 2025, Forbes).

Outras razões incluem consolidação para ganho de escala e saída de acionistas em negócios familiares.


⚠️ Principais riscos ao comprar uma empresa

Os riscos são multifacetados e podem levar a perdas significativas. Baseado em estudos da FGV e DLA Piper (2025), aqui uma tabela expandida:

Risco Impacto Real Mitigação Sugerida
Choque cultural Perda de equipe chave e queda de até 30% no faturamento pós-aquisição Integração gradual com planos de retenção de talentos
EBITDA inflado Pagamento por lucros fictícios, comum em PMEs com contabilidade criativa Auditoria independente e ajustes por itens não recorrentes
Passivos ocultos Multas, processos trabalhistas, dívidas tributárias ou ambientais não declaradas (sucessão de responsabilidades per CLT e Lei 6.404) Due diligence abrangente, incluindo sucessor liability
Marca fraca ou dependência do dono Colapso operacional após saída do fundador Plano de transição e avaliação de maturidade gerencial
Corrupção e compliance Riscos de multas da Lei Anticorrupção (12.846/2013), especialmente em deals cross-border Due diligence anticorrupção focada em histórico de fornecedores e contratos públicos
Mudanças de mercado Desvalorização pós-compra devido a instabilidades econômicas Análise de cenários macroeconômicos, como impactos de juros altos em 2026 (projeção PwC)
Complexidade regulatória Atrasos ou bloqueios por CADE (antitruste) ou CVM Assessoria jurídica especializada desde o início
Estudos da FGV indicam que cerca de 40% das aquisições falham por subestimação desses riscos. Previna-se com due diligence rigorosa.

Estudos da FGV indicam que 40% das aquisições falham por subestimação de mudanças de mercado ou problemas internos na adquirida.


⚡ Antes de aceitar o preço, faça estes 3 testes rápidos

  1. Teste do caixa real
    Compare o lucro declarado com o fluxo de caixa bancário dos últimos 12 meses. Diferença superior a 15% é sinal de alerta.
  2. Teste da dependência do dono
    Se o vendedor sair amanhã, quem fecha contratos, aprova compras e resolve crises?
  3. Teste do cliente-chave
    Se o maior cliente representar mais de 20% do faturamento, aplique desconto automático no valuation.

📊 Aquisição, Incorporação e Fusão: Entenda a Diferença

aquisição de empresas

Aquisição
Empresas continuam existindo; uma passa a controlar a outra por meio de quotas ou ações.
Implicações no Brasil: operação mais flexível, mas pode exigir aprovação do CADE quando há concentração relevante de mercado.

Incorporação
A empresa comprada é absorvida pela compradora e deixa de existir juridicamente.
Implicações no Brasil: simplifica a estrutura societária, porém transfere integralmente todos os passivos (sucessão universal).

Fusão
As duas empresas se unem para formar uma nova pessoa jurídica, reunindo ativos e operações.
Implicações no Brasil: rara em PMEs; normalmente utilizada em reestruturações mais complexas, podendo gerar benefícios tributários em determinados contextos.

Escolha depende do objetivo: aquisição preserva identidade, enquanto incorporação otimiza custos.


🛠 Etapas para uma Aquisição Segura no Brasil

Processo estruturado em 7 etapas, adaptado de melhores práticas da Baker McKenzie e Ally Law:

1️⃣ Definir mercado e perfil ideal: Segmento (ex: SaaS com margem >20%), ticket médio, localização (foco em SP, MG, PR, RS, SC – 60% das transações, KPMG).

2️⃣ Identificar empresas-alvo: Use redes como LinkedIn, associações setoriais, contadores e plataformas de M&A (ex: DealMaker). Em 2025, 20% das deals vieram de contatos informais.

3️⃣ Avaliar risco e atratividade: Análise de endividamento (D/E <2), dependência do dono e maturidade operacional via scorecard.

4️⃣ Valuation profissional: Use métodos como Fluxo de Caixa Descontado (DCF) + Múltiplos setoriais. Exemplo: Para uma PME de food service, múltiplo de EBITDA médio é 4-6x (ajustado por riscos). Fórmula básica DCF: Valor = Σ (FCF_t / (1+r)^t) + TV / (1+r)^n, onde FCF é fluxo de caixa livre, r é taxa de desconto (WACC ~12-15% no Brasil), TV é valor terminal.

🧮 Regra prática para não pagar caro

  • EBITDA até R$ 1 milhão/ano → múltiplo máximo: 3x a 4x
  • EBITDA de R$ 1 a 5 milhões/ano → múltiplo típico: 4x a 6x
  • EBITDA acima de R$ 5 milhões/ano → múltiplo negociável: 6x a 8x

📌 Se o preço pedido estiver fora disso, o problema não é o múltiplo — é o risco oculto.

Para aprofundar o método e aprender a calcular o valor real de uma empresa, veja nosso guia completo: Como Avaliar uma Empresa no Brasil.

5️⃣ Due Diligence completa: Financeira (auditoria de balanços), jurídica (contratos, IP), tributária (débitos com RF), trabalhista (CLT compliance), operacional (fornecedores) e anticorrupção. Duração: 4-8 semanas; custo: 1-2% do deal value.

6️⃣ Estruturação da compra: Pagamento à vista, parcelado, earn-out (pagamentos condicionados a performance pós-compra, comum em 30% das deals tech). Inclua cláusulas de non-compete e garantias contra passivos.

7️⃣ Fechamento e integração: Registro no cartório/Junta Comercial, integração de sistemas e cultura. Monitore KPIs nos primeiros 6 meses.


💰 Como Saber se o Preço Pedido Faz Sentido?

Estima-se que 60-70% das empresas à venda no Brasil estejam superfaturadas, per análises da Capital Invest (2024). Método robusto:

  • EBITDA real ajustado: Exclua itens não recorrentes (ex: bônus extraordinários).
  • Múltiplos por setor: Tech: 8-12x EBITDA; Saúde: 6-10x (dados PwC 2025).
  • Riscos jurídicos/operacionais: Desconto de 10-20% por passivos.
  • Potencial de crescimento: Projeções baseadas em CAGR setorial (ex: 15% para fintechs em 2026).

Exemplo: Empresa com EBITDA ajustado de R$2M, múltiplo 5x, menos 15% por riscos = Valor ~R$8,5M.


📈 Panorama de Fusões e Aquisições no Brasil (2025–2026)

O mercado cresceu 13-15% em 2025 (PwC/KPMG), totalizando ~US$50B em volume, impulsionado por consolidação. Para 2026, expectativa de manutenção ou leve alta, influenciada por juros Selic (~10%) e atração de capital estrangeiro. Setores em alta:

  • Saúde e clínicas: Liderança em volume, com foco em healthtechs.
  • Tecnologia e SaaS: AI, fintechs (crescimento 20%, TI Inside).
  • Alimentação e food service: Expansão via franquias (PEGN).
  • Logística/e-commerce e energia renovável: Atraíndo 25% dos investimentos estrangeiros.

Regiões: Sudeste/Sul concentram 70%, mas Nordeste cresce com incentivos fiscais.


🧠 Principais Erros de Quem Compra Empresas

Erro Consequência Como Evitar
Comprar pelo faturamento bruto Lucro inexistente; superestimação Foco em EBITDA ajustado
Não ajustar EBITDA Preço inflado por itens não recorrentes Auditoria detalhada
Ignorar saída do dono Colapso operacional Contrato de transição (6-12 meses)
Compra emocional sem valuation Pagamento excessivo Assessoria independente
Subestimar riscos regulatórios Bloqueio pelo CADE ou multas Análise antitruste prévia
Evitar esses erros comuns pode aumentar em até 3x as chances de sucesso na aquisição, segundo estudos de mercado.

🧾 Checklist de Compra Segura de Empresa

Checklist de compra segura de empresa
  • Demonstrações financeiras auditadas (últimos 3 anos).
  • Contratos ativos com clientes/fornecedores.
  • Mapeamento de passivos (trabalhistas, tributários, ambientais).
  • EBITDA ajustado e projeções validadas.
  • Plano de integração e transição com vendedor.
  • Relatório de due diligence assinado por especialistas.
  • Avaliação de compliance anticorrupção.
  • Aprovações regulatórias (CADE se aplicável).

🛡️ O erro fatal de quem compra empresa no Brasil

A maioria das pessoas negocia primeiro e analisa depois.

O correto é o inverso:

Primeiro analisa, depois negocia.

Quem pula valuation e due diligence não está investindo — está apostando.

Se você quer um passo a passo prático para conduzir toda a negociação, recomendamos também: Como Comprar uma Empresa no Brasil.


🎯 Conclusão

Aquisição de empresas não é uma aposta, mas uma estratégia baseada em método rigoroso. Com valuation sólido, due diligence abrangente e estruturação financeira adequada, você cria vantagens competitivas sustentáveis.

Em 2026, com o mercado aquecido em tech e saúde, oportunidades abundam para quem age com diligência. Consulte profissionais qualificados e fontes como PwC/KPMG para dados atualizados

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Por <a href='https://negociosbrasil.com.br/author/felipealencar/' rel='dofollow' class='dim-on-hover'>Felipe Alencar</a>
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