Negócios Brasil
MENU
Minha Conta
  • Comprar Empresa
  • Vender Empresa
  • Corretores de Negócios
    • Encontrar Corretores
    • Seja um corretor
  • Blog
Minha Conta

Home / Centro de Aprendizagem / Comprar Empresa / Setores e Nichos para Comprar Empresas no Brasil em 2026: Como Identificar as Melhores Oportunidades

Setores e Nichos para Comprar Empresas no Brasil em 2026: Como Identificar as Melhores Oportunidades

Publicado em 05/02/2026
Compartilhe
Setores e Nichos para Comprar Empresas no Brasil em 2026: Como Identificar as Melhores Oportunidades

Índice

Toggle
  • Introdução
  • Panorama do setor ou nicho (macro): M&A em PMEs no Brasil e os drivers 2025 → 2026
  • Atratividade para compra / M&A: o que torna um setor “comprável” (e onde estão os maiores erros)
  • Tendências e drivers para 2026: o que empurra (e o que freia) as melhores teses
  • Tipologias mais promissoras em 2026: ranking por Tiers (com evidências 2024–2025 + driver 2026)
  • Conclusão

Introdução

Comprar empresas no Brasil em 2026 deixou de ser um exercício de oportunidade aleatória — especialmente quando o foco está em identificar os setores promissores para comprar empresas.

Leituras consolidadas de mercado indicam que o Brasil encerrou 2025 com cerca de 1.500 a 1.600 transações de M&A, conforme relatórios de referência da PwC e do TTR Data, com predominância de operações envolvendo PMEs e compradores domésticos.

Esse volume confirma um cenário de continuidade e seletividade — não de “apagão” de negócios — e explica por que a disputa real em 2026 está menos em achar empresas à venda e mais em escolher os setores certos para alocar capital.

Dentro desse pano de fundo, a pergunta que realmente importa para quem está alocando capital é objetiva: quais setores promissores para comprar empresas concentram as melhores oportunidades reais em 2026?

Este é o artigo de referência da categoria 🏭 Setores & Nichos do portal Negócios Brasil e existe para cumprir uma função específica: organizar o território, criar um método de triagem e priorizar tipologias de oportunidade com base em evidências recentes — sem entrar na operação de cada setor (isso fica para os artigos complementares).

O que você vai levar daqui: (1) um panorama macro do M&A em PMEs, (2) critérios práticos para filtrar setores e alvos, (3) um mapa de tipologias com tiers (1, 2 e 3) ancorados em movimentos observáveis de 2024–2025 e (4) os principais drivers de 2026 — regulatório, tecnologia, consumo e capital.


Panorama do setor ou nicho (macro): M&A em PMEs no Brasil e os drivers 2025 → 2026

1) Tamanho e “cara” do mercado em 2025

Dois sinais são importantes para 2026:

  • O volume de transações segue alto e resiliente, ainda que abaixo do pico histórico observado em 2021. Leituras consolidadas de mercado indicam que o Brasil encerrou 2025 com cerca de 1.500 a 1.600 transações de M&A, conforme relatórios de referência como PwC, TTR e KPMG, com predominância de operações domésticas e envolvendo PMEs.
  • Em termos práticos, isso caracteriza um mercado ativo, porém mais seletivo: há oferta de negócios — frequentemente impulsionada por sucessão e fadiga do fundador —, mas o comprador passou a exigir maior transparência, governança e previsibilidade de caixa.

Isso conversa diretamente com a realidade de PMEs: há oferta de negócios (muitos por sucessão e fadiga do dono), mas o comprador está menos tolerante a assimetria de informação, informalidade e dependência do fundador.

2) Dinâmica atual: fragmentação, sucessão, juros e “profissionalização forçada”

Em PMEs, as melhores teses de compra em 2026 continuam nascendo de uma combinação simples:

  • Fragmentação (muitos players pequenos, baixa concentração) → abre espaço para consolidação e arbitragem de múltiplos.
  • Sucessão mal resolvida → gera vendedor motivado e desconto por risco de transição.
  • Capital mais seletivo → favorece quem tem tese, governança e estrutura de integração; “comprar por comprar” tende a quebrar.

Um sinal adicional de 2025 foi a centralidade de tecnologia aplicada e serviços recorrentes nas transações.

Leituras consolidadas do TTR Data indicam que o segmento de Internet, Software & IT Services liderou o volume de operações de M&A no Brasil ao longo do ano, com centenas de transações registradas — mais do que qualquer outro setor em número de deals.

Esse movimento não aponta para “comprar startups”, mas para a migração do capital em direção a ativos com receita recorrente, dados estruturados, integração operacional e potencial claro de ganho de eficiência, especialmente quando acoplados a setores tradicionais.

3) Principais drivers macro 2025 → 2026 (o que muda a priorização)

Em 2026, quatro forças macro tornam alguns setores mais “compráveis” do que outros:

  1. Reforma Tributária na prática (fase operacional/implementação)
    O Senado e o Ministério da Fazenda apontam que 2026 marca o início da implementação operacional/ajustes de emissão e destaque de tributos novos (CBS/IBS) no cotidiano fiscal, com efeitos indiretos sobre rotinas, sistemas e compliance.
    Impacto em Setores & Nichos: acelera procura por serviços de BPO, contabilidade, compliance e softwares verticais que “traduzem” complexidade em rotina.
  2. NFS-e nacional e padronização de dados de serviços
    O Ministério da Fazenda divulgou a diretriz de obrigatoriedade/adoção do modelo nacional de NFS-e a partir de 2026, o que aumenta a pressão por sistemas integrados e dados estruturados.
    Impacto: empurra digitalização em serviços, reduz informalidade e aumenta capacidade de diligência — especialmente em empresas que antes “não paravam em pé” em auditoria.
  3. Consolidação setorial visível em saúde e energia
    Na saúde suplementar/mercado de saúde, a KPMG apontou crescimento de 37% em M&A até setembro de 2025 vs período anterior (leitura amplamente repercutida).
    Em energia e infraestrutura, a agenda de aquisição de ativos operacionais e contratos de longo prazo aparece com força em 2025, inclusive em reportagens sobre transações relevantes no setor.
  4. Tecnologia como motor transversal (não “tech puro”)
    Em 2026, tecnologia deixa de ser um setor isolado e passa a funcionar como infraestrutura de eficiência, dados e controle em praticamente todas as teses de aquisição. O apetite observado em 2025 por ativos de software e serviços digitais não reflete busca por hype, mas a valorização de modelos com recorrência, integração operacional, padronização de processos e capacidade de gerar ganhos mensuráveis de produtividade, especialmente quando acoplados a setores tradicionais.

Atratividade para compra / M&A: o que torna um setor “comprável” (e onde estão os maiores erros)

Setores e Nichos para Comprar Empresas no Brasil em 2026: Onde Está o Dinheiro e Como Identificar as Melhores Oportunidades

A atratividade em 2026 pode ser avaliada com quatro blocos: crescimento, consolidação, barreiras e riscos. O Artigo referência precisa te dar um filtro replicável — o setor vem depois.

Na prática, essa lógica vale tanto para fundos e investidores profissionais quanto para empresários comprando sua primeira ou segunda empresa, muitas vezes de forma regional e com capital próprio.

Critério 1 — Crescimento: estrutural > cíclico

Setores mais “compráveis” são os que:

  • têm demanda estrutural (saúde, serviços essenciais, contratos B2B),
  • ou estão no caminho da formalização/digitalização (BPO, compliance, softwares verticais).

Erro comum: confundir crescimento do setor com qualidade do ativo. Em PMEs, é frequente encontrar “setor bom” com empresa ruim (dependência do dono, caixa frágil, contabilidade insuficiente).

Critério 2 — Consolidação: fragmentação + tese de integração

Consolidação existe quando:

  • há muitos operadores pequenos,
  • o cliente aceita padronização (ou compra por confiança),
  • e sinergias são capturáveis (centralização, compras, backoffice, tecnologia).

A saúde ilustra isso: o aumento observado de M&A no segmento reforça um movimento de consolidação em curso, especialmente em partes do ecossistema (clínicas, serviços, laboratórios, redes).

Critério 3 — Barreiras: reputação, contrato e “troca cara”

Barreira de entrada não é só CAPEX. Em PMEs, barreiras boas são:

  • contratos (recorrência),
  • relação e confiança (troca cara),
  • capacidade regulatória/compliance (difícil de improvisar),
  • dados e sistemas (integração e visibilidade).

Critério 4 — Riscos reais (com exemplos típicos de 2026)

Os riscos que mais “matam” teses em 2026:

⚠️ Risco 1 — Dependência do dono (key-man risk): o fundador é vendas, operação e “controle de qualidade”. Sem transição bem desenhada, o ativo perde valor no dia seguinte ao closing.

⚠️ Risco 2 — Dado ruim + imposto + informalidade: com padronização/pressão por emissão e dados (NFS-e, rotinas fiscais), a empresa que “se virava” no improviso vira passivo.

⚠️ Risco 3 — Tese de crescimento sem tese de integração: comprar para “crescer” sem plano de integração costuma virar uma holding de problemas (sistemas diferentes, cultura, perda de clientes, margem evaporando).


Tendências e drivers para 2026: o que empurra (e o que freia) as melhores teses

Setores e Nichos para Comprar Empresas no Brasil em 2026: Onde Está o Dinheiro e Como Identificar as Melhores Oportunidades

A seguir, o que realmente muda a priorização em 2026 — e como isso se traduz em tipologias e setores mais atraentes.

1) Regulatório: Reforma Tributária + NFS-e nacional (efeito prático)

O início da implementação operacional em 2026 adiciona custo e complexidade para quem é informal — e cria oportunidade para quem vende “estrutura”: contabilidade moderna, BPO, compliance e softwares que simplificam o cotidiano fiscal.

A diretriz de NFS-e nacional também acelera demanda por integração e padronização em serviços.

2) Tecnologia: IA e automação viram “infra” do backoffice

A discussão de 2026 não é “IA por IA”, mas IA como alavanca de produtividade e controle. Em estudos de mercado, a própria KPMG reporta uso crescente de IA ao longo do ciclo de deals (diligência, criação de valor e integração).

Isso favorece:

  • softwares verticais,
  • automação embarcada em serviços,
  • empresas com dados, processos e cultura operacional mensurável.

3) Consumo: envelhecimento e saúde; nichos de conveniência e recorrência

A saúde tende a manter protagonismo por demanda estrutural e por consolidação. O dado de crescimento de M&A em saúde em 2025 é um bom termômetro do apetite por ativos com recorrência e escala regional.

4) Capital: estruturas híbridas e earn-out mais comuns

Em mercados seletivos, cresce a preferência por estruturas que:

  • reduzem risco de informação (earn-out),
  • protegem caixa do comprador,
  • condicionam parte do preço à performance real pós-transição.

O comprador que dominar estruturação (e integração) tende a vencer o “leilão” sem pagar o múltiplo máximo.


Tipologias mais promissoras em 2026: ranking por Tiers (com evidências 2024–2025 + driver 2026)

setores promissores para comprar empresas

Aqui está a priorização prática (macro) para orientar foco. Não é um “guia definitivo de cada setor” — é um mapa de onde o fluxo e os drivers estão mais consistentes agora.

Tier Tipologias Evidência 2024–2025 (sinal de mercado) Driver forte para 2026
Tier 1
(mais quentes agora)
Saúde ambulatorial e serviços de saúde
Serviços contábeis / BPO / compliance
Energia/infra com contratos (eficiência, geração, transmissão)
Saúde: +37% em M&A até set/2025 (KPMG)
M&A no Brasil segue resiliente em 2025 (PwC/KPMG)
Energia com grandes movimentos e apetite por ativos operacionais (Reuters)
Demanda estrutural + consolidação
Pressão regulatória e dados (Reforma/NFS-e) empurram “estrutura”
Busca por receitas estáveis e contratos longos
Tier 2
(fortes e consistentes)
Automação e software vertical por setor
Facilities, manutenção técnica e serviços B2B recorrentes
Franquias maduras (saúde, beleza, alimentação saudável)
Software/IT lidera volume de deals no Brasil em 2025 (TTR: 297+; outras leituras citam 340)
Franchising cresce e amplia base (ABF: +14% no 2º tri/2025 e marca de 200 mil operações)
IA como produtividade + compliance por dados
Demanda empresarial por terceirização e eficiência
Rede + padronização + expansão regional
Tier 3
(oportunidade com racional econômico)
Gestão de resíduos e serviços ambientais B2B
Educação continuada corporativa (treinamento e compliance)
Movimento de energia/infra puxa teses ESG quando há contrato e recorrência (Reuters) Pressão por metas e auditoria de cadeia
Treinamento ligado a exigências e produtividade

Fontes-âncora do quadro: saúde (+37% KPMG) ; software/IT e volume de deals (TTR) ; panorama de transações (PwC/KPMG) ; energia/ativos operacionais e apetite por infraestrutura (Reuters) ; franchising (ABF) .

Tier 1 — Mais quentes agora (com base em movimento e drivers claros)

(1) Saúde ambulatorial, clínicas e serviços de saúde

  • Evidência 2025: crescimento de M&A em saúde até setembro de 2025, na ordem de +37% em leitura da KPMG repercutida por veículos de negócios.
  • Driver 2026: demanda estrutural (envelhecimento, cronicidade), espaço de consolidação regional e ganhos de gestão (padronização, centralização, agenda e faturamento).

(2) Serviços contábeis / BPO / compliance

  • Evidência macro: 2026 entra com mais pressão por dados e rotinas fiscais; isso tende a empurrar PMEs para terceirização e empresas para migração de “contabilidade de obrigação” para “contabilidade de processo”. Reforma e NFS-e nacional aceleram o tema.
  • Driver 2026: convergência regulatória + digitalização: quem tiver processos, tecnologia e capacidade de absorver carteiras tende a consolidar.

(3) Energia/infra com contratos (eficiência, geração, transmissão e ativos operacionais)

  • Evidência 2025: o noticiário de negócios mostra continuidade de transações relevantes no setor, com foco em ativos operacionais e receita estável.
  • Driver 2026: busca por previsibilidade (contratos longos), estabilidade de caixa e apetite por infraestrutura.

⚠️ Alerta Tier 1: são setores disputados. O risco não é “falta de oportunidade”, e sim pagar caro por ativo com pouca governança. Aqui, a diligência e a transição do dono valem mais do que o setor em si.

Tier 2 — Fortes e consistentes (tese boa, execução manda)

(1) Automação e software vertical por setor (aplicado, não “app”)

  • Evidência 2025: o segmento de internet, software e IT services consolidou-se como o principal vetor transversal das aquisições no Brasil, refletindo a preferência do mercado por ativos digitais aplicados a eficiência operacional, controle e escalabilidade. Leituras do TTR Data apontam esse grupo como o mais ativo em volume de operações ao longo de 2025, reforçando sua centralidade nas teses de M&A.
  • Driver 2026: IA e automação deixam de ser diferencial competitivo e passam a funcionar como infraestrutura básica de eficiência. O comprador prioriza negócios com retenção elevada, receita recorrente, dados estruturados e integração profunda aos processos do cliente, especialmente em soluções verticais acopladas a setores tradicionais.

(2) Facilities, manutenção técnica e serviços B2B recorrentes

  • Evidência macro: tese típica de consolidação em mercados pulverizados (muitos fornecedores, baixa padronização) — especialmente onde contrato e SLA viram barreira.
  • Driver 2026: empresas cortando gordura e terceirizando execução; quem agrega processo e tecnologia ganha.

(3) Franquias maduras (saúde, beleza, alimentação saudável)

  • Evidência 2025: dados da ABF indicam crescimento de faturamento no setor e expansão da base, incluindo marca de 200 mil operações e altas no faturamento em 2025 em divulgações da entidade.
  • Driver 2026: padronização, playbook e expansão regional. Para compra de empresa, o foco aqui é maturidade operacional + unidade rentável, não “moda”.

⚠️ Alerta Tier 2: software e franquia parecem “fáceis”, mas costumam esconder risco de churn, dependência de canais e qualidade de base. O setor pode estar bom — o ativo pode não estar.

Tier 3 — Oportunidade com racional econômico (quando há contrato e recorrência)

(1) Gestão de resíduos e serviços ambientais B2B

  • Evidência macro: teses de sustentabilidade “fecham conta” quando existe contrato corporativo e recorrência; o movimento maior em energia/infra reforça o apetite por estabilidade e ativos defensivos.
  • Driver 2026: pressão por auditoria de cadeia, metas e contratação de serviços ambientais com SLA.

(2) Educação continuada corporativa (compliance, produtividade, formação técnica)

  • Evidência macro: tende a crescer quando está acoplada a exigência (regulatório, segurança, produtividade), e não como “curso avulso”.
  • Driver 2026: escassez de mão de obra qualificada e necessidade de padronização.

Conclusão

Em 2026, o dinheiro na compra de empresas no Brasil está menos em apostas oportunistas e mais em teses repetíveis, sustentadas por quatro vetores claros: fragmentação setorial, pressão de sucessão, recorrência de receita e capacidade de profissionalização rápida.

Os dados consolidados de 2025 confirmam um mercado ativo e seletivo, no qual o desafio deixou de ser “encontrar empresas à venda” e passou a ser escolher corretamente onde alocar capital.

Setores como saúde ambulatorial, serviços contábeis/BPO, software aplicado à eficiência e energia ou infraestrutura com contratos concentram hoje o fluxo mais consistente de aquisições porque combinam demanda estrutural, espaço para consolidação e ganhos reais de gestão.

Ao mesmo tempo, áreas como automação vertical, facilities e franquias maduras seguem atrativas quando há disciplina na seleção do ativo e clareza na tese de integração.

Este Artigo cumpre um papel específico: organizar o território e orientar a decisão inicial. Use este mapa para escolher duas ou três tipologias alinhadas ao seu perfil de risco, capital disponível e capacidade de integração.

A partir daí, avance para os artigos complementares desta categoria, onde cada setor é analisado em profundidade, com dinâmicas, riscos e implicações práticas — sem perder a lógica macro que sustenta boas decisões de compra em 2026.

Encontre Empresas à Venda nos Setores Mais Promissores do Brasil

O portal Negócios Brasil reúne empresas reais à venda, organizadas por setor, porte e perfil de oportunidade. Navegue por negócios disponíveis, avalie teses de compra e avance com mais informação e menos achismo.

👉 Ver empresas à venda no portal Negócios Brasil

Por <a href='https://negociosbrasil.com.br/author/felipealencar/' rel='dofollow' class='dim-on-hover'>Felipe Alencar</a>
Por Felipe Alencar
Autor do livro: O guia definitivo para vender sua empresa, melhores práticas do mercado.
Seguinte:
Como Avaliar uma Empresa no Brasil em 2026: Métricas, Benchmarks e Critérios de Valor
×

Descubra quanto vale sua empresa em poucos minutos

Relatório profissional em PDF com metodologia validada (DFC + Múltiplus)

✅ Avaliação automatizada e imediata
✅ Relatório detalhado e profissional
✅ Cálculo com metodologias de mercado
💰 Avaliação completa por apenas R$ 197

Quero avaliar minha empresa agora

🏅 Usado por donos de PMEs em todo o Brasil

🔒 Processo seguro e confidencial

Mockup do PDF
E-BOOK: O GUIA DEFINITIVO PARA VENDER SUA EMPRESA




    Você receberá o e-book nesse e-mail.

    Baixe nosso e-book: O GUIA DEFINITIVO PARA VENDER SUA EMPRESA.
    Ou adquira para Kindle na Amazon.

    Download grátis
    Negócios Brasil

    Os classificados on-line do Portal Negócios Brasil conectam compradores e investidores a oportunidades de negócio, franquias e corretores de negócios.

    Compra e venda de empresas

    • Anuncie seu negócio
    • Encontre negócios à venda
    • Encontre corretores de negócios
    • Conteúdos educativos

    Links institucionais

    • Contato
    • Dúvidas Frequentes
    • Política de Privacidade
    • Quem Somos
    • Termos e Condições
    © 2014 - 2026. Negócios Brasil. Todos os Direitos Reservados.